Antes de decidir operar, é preciso saber o que dói.
Sou o Dr. Elson Shockness, neurocirurgião dedicado à coluna vertebral. Investigo a origem da dor — lombalgia, lombociatalgia, cervicalgia, dorsalgia — e indico o tratamento proporcional ao caso, do conservador à cirurgia.

Emergência. Perda de força na perna ou no braço que apareceu de repente, dormência entre as pernas, ou dificuldade para segurar a urina. Vá agora a um pronto-socorro — não espere consulta marcada nem resposta de mensagem.
A dor lombar clássica, com ou sem irradiação. Ela não é um diagnóstico: é um sintoma que pode vir do disco, da articulação facetária, da musculatura ou da sacroilíaca — e cada origem responde a um tratamento diferente.
Na consulta: testes que separam origem mecânica, discal e facetária, e a checagem dos sinais que indicam algo além do desgaste.
Ver página sobre lombalgiaA dor que sai da lombar e desce pela nádega, pela coxa e às vezes até o pé — a chamada ciática. Costuma ser uma raiz nervosa comprimida, e o trajeto exato da dor já aponta qual raiz está envolvida.
Na consulta: mapeamento do trajeto da dor, teste de elevação da perna estendida e avaliação de força, reflexo e sensibilidade.
Ver página sobre lombociatalgiaDor no pescoço, com ou sem peso nos ombros. Pode ser muscular, discal ou facetária, e frequentemente vem acompanhada de dor de cabeça que começa na nuca.
Na consulta: avaliação da mobilidade cervical, palpação dirigida e busca por sinais de compressão de raiz ou de medula.
Ver página sobre cervicalgiaDor entre as escápulas. É a região menos móvel da coluna e a que menos dá hérnia — por isso mesmo, dor persistente aqui merece uma investigação mais atenta antes de ser assumida como postural.
Na consulta: exame da coluna torácica e das costelas, e checagem dos sinais que pedem investigação prioritária.
Ver página sobre dorsalgiaO anel do disco entre duas vértebras se rompe e o material interno extravasa. Só vira problema quando encosta em uma raiz nervosa — muita hérnia existe sem causar sintoma nenhum, e boa parte das que causam melhora sem cirurgia.
Na consulta: correlação entre o que a imagem mostra e o que o seu exame físico mostra. Quando os dois não batem, a hérnia não é o alvo.
Ver página sobre hérnia de discoO canal por onde passam os nervos estreita com o tempo. O sinal típico é dor ou peso nas pernas ao andar, que melhora ao sentar ou ao inclinar o tronco para a frente.
Na consulta: teste de marcha, avaliação da distância que você consegue caminhar e leitura do canal na ressonância.
Ver página sobre estenose de canalUma vértebra escorrega sobre a que está abaixo. O que decide a conduta não é o quanto ela escorregou na imagem, e sim se existe instabilidade e o que ela está causando em você.
Na consulta: radiografias em flexão e extensão, para medir se há movimento anormal entre as vértebras.
Ver página sobre espondilolisteseUma vértebra afunda com esforço mínimo — às vezes só de sentar com força. É comum na terceira idade e frequentemente passa como “dor nas costas de idade”.
Na consulta: exame dirigido, imagem para datar a fratura e encaminhamento para tratar a osteoporose que está por trás dela.
Ver página sobre fratura vertebral por osteoporoseNem toda alteração que aparece no laudo é a causa da sua dor. Exame de imagem encontra desgaste e hérnia em muita gente sem sintoma nenhum — por isso eu trato o paciente, não o laudo.
Não achou a sua queixa aqui?
A lista cobre o que mais chega ao consultório, não tudo. Dor que não se encaixa no padrão é justamente a que merece um olhar mais atento.
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Prancha anatômica, 1912 · domínio público
A coluna é o meu foco, mas a formação em neurocirurgia cobre o sistema nervoso inteiro. O que aparece no crânio e nos nervos periféricos eu avalio, trato ou encaminho para quem é referência naquele problema específico.
Cefaleia cervicogênica
Dor de cabeça que nasce na coluna cervical. Quando a origem é tratada, a dor de cabeça costuma ceder junto.
Neuralgia do trigêmeo
Choque intenso e curto na face, disparado por gestos banais como falar ou escovar os dentes.
Síndrome do túnel do carpo
Compressão do nervo mediano no punho. Formigamento noturno na mão é o sintoma que mais leva à consulta.
Hidrocefalia
Acúmulo de líquido dentro do crânio. No idoso pode se apresentar como alteração da marcha e da memória.
Tumores do crânio
Avaliação inicial, leitura da imagem e definição da conduta junto com a equipe adequada a cada tipo.
Traumatismo cranioencefálico
Acompanhamento das dores e das queixas que persistem depois da fase aguda do trauma.
Conservador
Medicação certa pelo tempo certo, fisioterapia orientada e ajuste do que na sua rotina está alimentando a dor. Repouso absoluto prolongado atrasa a recuperação: o corpo precisa se mexer.
Intervencionista
Bloqueios e infiltrações guiados por imagem. Além de aliviar, ajudam a confirmar qual estrutura é a responsável pela dor — informação que vale ouro se a cirurgia entrar em pauta.
Minimamente invasivo
Microdiscectomia, descompressão por vias mínimas e endoscopia de coluna: a raiz nervosa é liberada através de uma incisão pequena. A indicação de cada técnica é avaliada caso a caso.
Reconstrutivo
Artrodese e fixação, para os casos em que a coluna perdeu estabilidade. É o degrau mais alto e o que mais exige que a indicação esteja bem feita.
A barra indica o quanto o degrau é invasivo — não a chance de dar certo. Idade, profissão, tempo de dor e o que a imagem mostra mudam completamente a indicação, e o plano só é definido depois da consulta.
Uma técnica minimamente invasiva, por incisão pequena.
A endoscopia de coluna é usada no tratamento de hérnia de disco e de outras lesões da coluna, por uma incisão pequena. Nem todo caso é candidato: a indicação é avaliada caso a caso, na consulta, depois do exame clínico e da leitura da imagem.
A sua história
Onde dói, desde quando, o que piora, o que alivia e o que você já tentou. É aqui que a maior parte do diagnóstico se decide — antes de qualquer exame.
Exame neurológico
Força, reflexos, sensibilidade e testes específicos que localizam a raiz nervosa envolvida. É o que separa a dor que vem do nervo da que vem do músculo.
Leitura da imagem, junto
Vemos a sua ressonância na tela, lado a lado. Você entende o que aparece ali — e, tão importante quanto, o que aparece e não explica a sua dor.
A conduta, por escrito
Você sai com o plano no papel: o que fazer, por quanto tempo, e quais sinais trazem você de volta antes da data do retorno.

- Exames de imagem, inclusive os antigos — eles mostram a evolução
- A lista dos remédios que está tomando, com as doses
- Relatórios de fisioterapia ou de outros médicos
- Roupa confortável: o exame físico pede movimento
Não tem exame nenhum? Venha assim mesmo. Boa parte do diagnóstico vem do exame clínico, e é ele que define qual imagem vale a pena pedir.
Neurita – Clínica Médica
R. Emilia Gioppo Brasil, 351Caçador / SC
No consultório
Consulta, retorno e acompanhamento do tratamento conservador.
Com o laudo em mãos
Revisão de indicação cirúrgica feita por outro serviço, com o laudo em mãos.
Pronto-socorro
Quando o quadro é agudo e não pode esperar por consulta, procure um pronto-socorro.



Sou neurocirurgião, membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, com atuação em cérebro e coluna. Atendo em Caçador, na Neurita – Clínica Médica, onde investigo a origem da dor antes de falar em tratamento.
Ofereço endoscopia de coluna, uma técnica minimamente invasiva, por incisão pequena, para hérnia de disco e outras lesões. Ela é uma das opções: a indicação é avaliada caso a caso, junto com o paciente.
Não. A maior parte das hérnias lombares melhora com tratamento conservador, e uma parte delas é reabsorvida pelo próprio corpo. A cirurgia entra quando há perda de força, dor incapacitante que não cedeu ao tratamento bem feito, ou compressão que ameaça o nervo.
Provavelmente nada precisa ser feito. Exames de imagem encontram hérnias e desgaste em muita gente sem sintoma nenhum. Se a imagem não explica uma queixa sua, ela não é o alvo do tratamento.
Depende do procedimento: uma descompressão simples tem recuperação bem diferente de uma artrodese com fixação. Na consulta eu explico o prazo do seu caso especificamente — inclusive quando ele for longo.
Esse é o medo mais comum e merece resposta honesta: toda cirurgia tem risco, e nas de coluna o risco neurológico grave é baixo, mas não é zero. Eu explico os riscos do seu caso antes de qualquer decisão. Você decide sabendo.
Se já tiver, leve — inclusive as antigas. Se não tiver, venha assim mesmo: boa parte do diagnóstico vem do exame clínico, e é ele que define qual imagem realmente vale a pena pedir.
Vale, e eu mesmo costumo indicar. O que não vale é passar meses em tratamento sem diagnóstico definido, ou insistir na fisioterapia quando já existe sinal de compressão nervosa. Uma consulta cedo evita os dois erros.
Mande a mensagem
Conte há quanto tempo dói, onde dói e se irradia para braço ou perna.
Combine o horário
Você recebe as datas livres para a consulta, pelo próprio WhatsApp.
Separe os exames
Junte as imagens que já tem, inclusive as antigas, e a lista de remédios.
O WhatsApp serve para marcar consulta. Ele não é canal de urgência e não é atendido fora do horário comercial — em emergência, procure um pronto-socorro.
Prefere preencher antes?
O formulário reúne onde dói, há quanto tempo e se você já tem exame, monta a mensagem e abre o seu WhatsApp. Nada é enviado sem você apertar “enviar” por lá.
Ir para o formulárioR. Emilia Gioppo Brasil, 351 – Caçador/SC — Neurita – Clínica Médica.





